quarta-feira, 10 de setembro de 2008

As mulheres que vivem em mim...


A menina que sonha
A mulher que partilha
A amiga que ouve
A que sente saudade
A amante demente
A que reconhece sua inconstância
Exitem as mulheres que ainda não conheço e que ainda surgirão em meu caminho
As que comigo convivem eu as reconheço
Como a mãe que ama incondicionalmente
A mulher que luta em sua labuta
A que dá seu ombro forte e chora as escondidas
A vaidosa em frente ao espelho
A volúvel,emotiva,indocil,sensual,envolvente e poetisa...
A que satisfaz seus desejos em busca do aconchego e nem sempre é compreendida ...
A mulher bonita e invejada pelas incapacitadas que a caluniam.
A mulher bem resolvida que não tem medo de nada, que busca seus sonhos e seus desejos.
Amo cada uma destas mulheres e por elas tenho muito respeito
E cada mulher nova que chega dentro de mim
Grito muitooo feliz:
Bem vindaaaaaaaaaaa

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Recomeçar.


Não sei dizer se a vida nos cansa ou se nós é que nos sentimos fadigados às vezes da existência. Nos repetimos sempre. Ou quase. E nos lamentamos desse dia-a-dia onde nos levantamos, trabalhamos, regressamos e descansamos para no dia seguinte recomeçarmos.
Mas é essa a vida e muitos não aceitariam mudança nenhuma se a oportunidade lhes fosse oferta. Ter que recomeçar alguma coisa abala muita gente, pois mesmo a vida corriqueira e imutável causa segurança. Conhece-se os caminhos, os atalhos, os desvios, as curvas a serem evitadas.
A consciência de ter que recomeçar é que nos faz sofrer, duvidar, temer. Medimos nossa capacidade e com bastante freqüência... nossa incapacidade! Se não medirmos nada, avançaremos como as crianças avançam nos primeiros passos, titubeantes, mas orgulhosos.
A mente humana é um poderoso instrumento. Ela condiciona, impõe, impede, impele, comanda... mas nem sempre no bom sentido. Ela sente, ressente, guarda as impressões e as marcas que a vida vai fazendo ao longo dos anos. E se pensamos em recomeçar alguma coisa, ela acende a luz vermelha em sinal de atenção. Assim é que muitos paralisam-se e não fazem nada. Acomodam-se.
Porém, a vida nos impõe recomeços a cada instante e os seguimos com
naturalidade, fazemos nossa parte. Somos condicionados e nem nos questionamos.
Me pergunto então por que não nos condicionamos a viver coisas novas, experimentar nem que seja por uma vez ousar. Se é nossa mente que nos comanda e que somos donos de nós, por que não pegarmos as rédeas, o comando?
A vida desabrocha por todos os cantos e precisamos vivê-la. Mas bem vivê-la. Deus nos criou para sermos felizes, não para passarmos os dias perdidos em lamentos sem tomar atitudes.
Avança!
Recomeçar é preciso quando o que temos já não nos satisfaz. E recomeçar é sempre possível quando colocamos de lado as dúvidas, pois perdedor na vida não é quem tentou e não conseguiu, mas sim aquele que abandonou a coragem e perdeu a fé.
Letícia Thompson

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Basta ouvir seu coração

O Sol quente das manhãs

As noites de luar

A vida é tudo o que se quis

Um canto de amor

Mas de repente não há mais música no ar

E tudo é diferente do que você sonhou.[refrão]

Se você sentir a solidão da escuridão

Pense em quem te faz feliz

A amizade tem um querer bem

Que esteja onde estiver

Tudo vai ser como é

Basta ouvir seu coração

As lembranças vão surgir

É só você buscar

Abraços e sorrisos

Que ninguém pode apagar

Vão relembrar histórias que você já se esqueceu

Ninguém está sozinho

Se não existe adeus[refrão]

Se você sentir a solidão da escuridão

Pense em quem te faz feliz

A amizade tem um querer bem

Que esteja onde estiver

Tudo vai ser como é

Basta ouvir seu coração

Há um lugar em você

Onde está a alegria de viver

Preste atenção no que essa voz diz

Em seu coração

Você não vai se perder.[refrão]

Se você sentir a solidão da escuridão

Pense em quem te faz feliz

A amizade tem um querer bem

Que esteja onde estiver

Tudo vai ser como éBasta ouvir seu coração [2x]

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Fases



Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
(Cecília Meireles)